Categoria: FPS
Lançamento: 23/6/2009


Produtora: High Voltage
Distribuidora: Sega

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8,1
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REVIEW
A favor:
- Jogo oferece inúmeras opções de ajuste de parâmetros ligados aos controles, permitindo que você adapte a jogabilidade ao seu próprio estilo;
- O visual do título conta com uma parte técnica bem interessante, fato que deixou os gráficos do game bastante atraentes em alguns aspectos;
- Finalmente mais um game para o Nintendo Wii com um bom suporte online, o que inclui a possibilidade de termos partidas com até 12 jogadores em vários modos diferentes.

Contra:
- História é bem sem graça, servindo – muito mal – como um pano de fundo para a ação descerebrada;
- O título é bastante repetitivo, de modo que os objetivos sejam praticamente os mesmos durante todo o jogo, além de oferecer sempre o mesmo tipo de batalha;
- Apesar de ser tecnicamente bonito, tanto o design dos adversários quanto dos cenários deixa muito a desejar;
- Mesmo que com um suporte multiplayer bacana, ainda é muito difícil se conectar em partidas através da rede online da Nintendo.


Veredito:
The Conduit certamente será lembrado por alguns de seus feitos. O título mostrou ao mundo como se oferece um bom suporte aos controles do Wii, trazendo formas criativas de se ajustar alguns parâmetros essenciais para uma boa jogabilidade. A parte técnica visual também mostra que os produtores podem sim extrair algo mais do hardware do Wii, apresentando produtos cada vez mais interessantes em termos gráficos, indo ao encontro dos jogadores hardcore. Apesar destas façanhas, o game peca em aspectos básicos como história boba e sem grandes atrativos, além de um andamento travado e extremamente linear da trama principal. Fica a esperança de uma sequência seja lançada, aproveitando as inovações deste primeiro e sanando os supracitados problemas.



Genérico que faz efeito
Por Redação em 26/6/2009 17:54
Muita gente não entendeu quando a Nintendo lançou seu novo hardware, o Wii, no mercado. A idéia de usar um controle sensível a movimentos, utilizando uma tecnologia totalmente nova nos consoles, era sem dúvida incrível. Porém as especificações técnicas do console fizeram muita gente coçar a cabeça. Como um hardware visivelmente inferior – no aspecto gráfico – a seus concorrentes poderia ter sucesso no mercado? A resposta veio logo em seguida, com o foco no público casual, desenvolvimento de jogos mais simples e, consequentemente, o primeiro lugar nas vendas mundiais de consoles.

Ainda assim, muita gente sente falta dos "gráficos de última geração" tão alardeados nos consoles rivais. Pensando nisso, algumas empresas decidiram investir não só em jogabilidade, mas também em gráficos no Wii, tendo como meta explorar ao máximo as capacidades do pequeno notável. Afinal, depois de Super Mario Galaxy todos puderam ver que o sistema era sim capaz de apresentar mais do que se imaginava. E foi assim que a High Voltage concebeu o recém-lançado The Conduit, título de ação em primeira pessoa para o sistema da Nintendo.

O grande foco do game é realmente sua parte gráfica. Sem dúvidas The Conduit é um título bonito e que traz na tela alguns detalhes interessantes para um gênero, sempre é claro levando em conta as limitações do Nintendo Wii. Mas infelizmente, como poderão conferir em nossa análise, toda essa preocupação com a parte gráfica acabou fazendo que outros pontos do game sofressem de algum tipo de deficiência. Neste caso, a parte mais afetada sem dúvida foi a trama. Podemos dizer com propriedade que The Conduit é um título extremamente genérico em termos de ação em primeira pessoa, um gênero que por si só já se encontra bastante saturado - porém não no Wii.

O game conta a história de Michael Ford, um agente secreto que ingressa uma estranha organização chamada Trust. A trama gira em torno da invasão de uma espécie alienígena chamada Drudge. Ao longo do game, várias histórias envolvendo planos de assassinatos ao presidente e conspirações contra a humanidade começam a emergir, numa tentativa de adicionar certa complexidade à trama, de uma maneira geral. O resultado infelizmente não é dos mais satisfatórios. Os acontecimentos são narrados de forma bastante pobre, jogados no colo do jogador que, surpreso, fica sem saber exatamente o que está acontecendo no meio de tantos tiros.

A falta de "uma desculpa melhor para a história" terminou por deixar tudo com uma cara genérica demais, até mesmo para o mais pastelão dos Sci-Fi Trash. Outra coisa que deixa a trama ainda mais pobre é o simples fato de não termos cutscenes decentes que ajudem a explicar melhor o que está acontecendo. No lugar disso temos diálogos intermináveis, mostrados em uma "tela de chat futurista". E para piorar, a execução destes tais diálogos nem é tão boa assim...

Se por um lado temos uma trama extremamente genérica, que mal serve como desculpa para a ação desenfreada, por outro temos uma jogabilidade que felizmente ajuda bastante em sua execução. Não seria errado admitir que The Conduit tem hoje o melhor sistema de configuração de controles presente em um game do estilo no Nintendo Wii, o que resulta em um dos melhores controles de FPS já vistos. Não só é possível mapear os botões de acordo com o seu gosto, como também existem opções de controle da "deadzone", área que define até onde o cursor precisa ser levado para que a tela comece a rotacionar. Por último, temos opções de sensibilidade e alguns outros detalhes como automaticamente centralizar a tela e permitir que o jogador assuma uma posição de descanso com o Wiimote apontando fora da tela – opção esta que infelizmente não funciona muito bem.

O fato é que todas estas possibilidades permitiram que o game pudesse se adaptar melhor ao estilo de cada um. É claro, é preciso lembrar que estamos falando de um game de ação em primeira pessoa controlado pelos sensores de movimento do Wiimote. Apesar de não ser 100% preciso na detecção de movimentos, o periférico reconhece bem pequenas tremuras e coisas do tipo. Isso quer dizer que a precisão da mira depende única e exclusivamente da capacidade de concentração do jogador na hora de manter o cursor parado na tela. Este detalhe faz com que se tenha uma paciência um pouco maior na hora de se acostumar com os controles, fato que não acontece de maneira instantânea.

Ainda assim, só o fato de podermos definir os limites da "deadzone" já é de grande valia. O recurso mostra o quão importante é que o jogador tenha controle sobre este tipo de parâmetro, já que, infelizmente, nem todos os padrões definidos como ideais pelos produtores podem ser considerados 100% corretos pelos jogadores. Assim sendo, fica muito mais fácil se adaptar ao esquema de tiro do game, pois as suas limitações podem ser moldadas de forma que o processo seja menos doloroso e mais agradável. Desde já é bom colocar uma coisa em mente. The Conduit apresenta inúmeras opções de mapeamento dos botões e é essencial que o jogador explore esta opção, assim como todas as outras, na hora de montar sua configuração ideal. Desta forma podemos deixar de lado aquela fase de reclamações sobre os botões, já que as opções de mudança estão lá, dependendo unicamente de nosso gosto pessoal.

Ainda assim, com ou sem bons controles, o título sofre de alguns males que tornam a experiência menos interessante do que poderia ter sido no final. Em primeiro lugar, as fases são todas extremamente lineares, tanto em objetivos quanto em caminhos a serem percorridos. Você simplesmente começa no ponto A e precisa chegar até o ponto B, sem maiores complicações. Os caminhos não são nada variados e não é raro esbarrar com um mesmo tipo de corredor, tanto no formato como disposição dos objetos, mais de uma vez na mesma missão. A maior parte dos cenários se passa em ambientes fechados e poucos são aqueles em que temos a liberdade de andar por ambientes abertos. Os cenários abertos, mesmo assim, apresentam algumas limitações que impedem o jogador de explorar toda a sua extensão. Pelo menos não esbarramos com paredes invisíveis, isso sim seria o fim da picada.

A inteligência artificial do game vai de 8 a 80. No "Easy" os inimigos são burros como portas e no "Hard" parecem enxergar através das paredes, atirando – e acertando – ao menor sinal de sua presença - o jeito é encarar o "Medium". Ainda assim a dificuldade média varia muito, e existem momentos em que os adversários se mostram resistentes demais ou simplesmente muito burros.

O fato é que a união entre inteligência artificial - que tem como parâmetro principal "andar, se esconder, atacar, repita até morrer" - e a falta de variedade dos cenários não resultou em algo tão bacana quanto deveria. Apesar de estarmos falando de um jogo de ação em primeira pessoa, com liberdade para nos movimentarmos e tudo o mais, a sequência de acontecimentos de The Conduit não é muito diferente da de um House of the Dead da vida. Imagine assim: você anda, encontra adversários, atira, mata todos e prossegue. Na próxima esquina a mesma coisa acontece e isso vai se repetindo até o fim do estágio. O principio entre ambos é bastante similar, mesmo que contando com uma execução diferente.

Apesar disso, estaríamos mentindo ao dizer que o título é totalmente desprovido de exploração. Para suprir um pouco a linearidade do game, os produtores introduziram dois mecanismos básicos para deixar as coisas mais interessantes. Durante o game, o personagem principal consegue uma espécie de esfera que age como um "olho que tudo vê". Trata-se de um dispositivo especial capaz de decifrar intrincados códigos, hackear complexos sistemas e inclusive detectar objetos e inscrições invisíveis ao olho humano. Na verdade trata-se de uma desculpa simpática para adicionar exploração ao game. O fato é que quanto esta exploração se faz necessária, dificilmente precisamos vasculhar mais de uma sala do estágio em busca das respostas necessárias para progredir no game.

Um destes mecanismos está relacionado a portas que contam com uma tranca especial. O jogador precisa vasculhar o local em que está a porta, ativando com o dispositivo algumas espécies de "switches" que servem como chaves para que a tal tranca seja retirada. O problema é que nem mesmo a emoção de se procurar estas trancas é levada a sério, já que ao chegar perto de alguma delas, uma espécie de alarme começa a apitar. Ok, esta foi uma saída para não deixar o título impossível ou maçante, mas não chega a ser a solução ideal. O dispositivo também pode ser utilizado na busca por passagens secretas e também inimigos invisíveis, mas todos estes emitem alarmes quando próximos do jogador, acabando com a graça da coisa.

A campanha principal possui uma durabilidade bastante considerável para um game do estilo, fato que deixa o jogador entretido por um bom tempo, mesmo com suas falhas. Ao longo das fases é possível recolher alguns discos escondidos que apesar de não terem influência na história principal, ajudam a destrancar algumas "conquistas" e outras novidades no menu de Extras, presente na tela principal do jogo. Mas se a campanha offline não é o suficiente para você, prepare-se para encarar algumas partidas online contra seus amigos e até contra desconhecidos.

Pelo menos neste ponto a High Voltage prometeu e cumpriu. The Conduit possui um suporte online bem interessante com alguns modos bacana de combate entre jogadores. Com suporte para até 12 jogadores, o componente online possui as principais modalidades de jogo disponíveis em outros games como "deathmatch", "team deathmatch" e "capture the flag", cada um com nomes específicos para o game. De fato, jogar online em The Conduit é bastante divertido, principalmente se você contar com acessórios como o Wii Speak, que permite que você fale com seus amigos durante as partidas. O grande problema, no entanto, é a maneira com que o jogo usa a rede online da Nintendo - quem jogou "Super Smash Bros. Brawl" sabe do que estamos falando. Além de ser difícil entrar em uma partida, na maior parte das vezes experimentamos um lag bastante considerável, fato que atrapalha qualquer multiplayer, principalmente em um game de ação em primeira pessoa. Fica a esperança de que a coisa mude de figura, fazendo com que as partidas funcionem um pouco melhor.

Mas e quanto aos gráficos? Certamente é um dos títulos mais bonitos tecnicamente no console da Nintendo. As texturas estão em uma resolução bacana, além da aplicação de algumas técnicas que simulam relevo de forma bastante interessante. Mapas de luz especular fazem com que algumas superfícies pareçam molhadas ou viscosas, algo bastante compatível com os grandes insetos que atuam como bosses presentes no game. O mesmo vale para as armas.

Mas tudo o que dissemos até agora está relacionado à parte técnica do game. Do ponto de vista artístico, The Conduit peca em vários aspectos, começando pelos modelos adversários. Tanto os soldados quanto os aliens são bastante genéricos, dando a impressão de que já vimos àquelas criaturas em algum outro lugar. Os cenários também são bem pobres, mostrando somente o básico do básico. Não existe uma quantidade interessante de objetos que ajude a dar vida às localidades e quando existem, são simples até demais, tanto tecnicamente quanto artisticamente. A falta de cutscenes citada antes também pode ser comentada aqui, já que tudo isso faz parte da apresentação do título, que não é das mais caprichadas. Saindo um pouco do game em si, vale citar as horríveis artworks presentes no manual do jogo, fato que dá uma estranha impressão de amadorismo no trabalho feito pela High Voltage.

O som é interessante, cumprindo bem o seu papel. Os efeitos sonoros estão em uma média de qualidade bacana, tal como as músicas que costumam tocar em horas oportunas. As dublagens são bem legais, tirando é claro o fato dos diálogos serem ruins toda a vida, mas isso já é outra história. Um detalhe interessante é que com o uso do Wii Speak, muitas vezes a música fica com um volume mais baixo do que o normal, facilitando um pouco a compreensão das falas feitas pelos jogadores. Este processo é feito de forma automática e dinamiza as partidas, principalmente entre times, já que a informação é bastante importante em games deste tipo.

The Conduit certamente será lembrado por alguns de seus feitos. O título mostrou ao mundo como se oferece um bom suporte aos controles do Wii, trazendo formas criativas de se ajustar alguns parâmetros essenciais para uma boa jogabilidade. A parte técnica visual também mostra que os produtores podem sim extrair algo mais do hardware do Wii, apresentando produtos cada vez mais interessantes em termos gráficos, indo ao encontro dos jogadores hardcore. Apesar destas façanhas, o game peca em aspectos básicos como história boba e sem grandes atrativos, além de um andamento travado e extremamente linear da trama principal. Fica a esperança de uma sequência seja lançada, aproveitando as inovações deste primeiro e sanando os supracitados problemas.



58 Comentários!
 
Por Nostragamus (Michael Jackson de Marte) em 26/06/2009 às 18:13

Vou sentar aqui e esperar os trolls falarem suas frases feitas de sempre. O design de tudo no jogo é sofrível. Parece que realmente fizeram esse jogo somente como uma demo da nova engine criada para o Wii.


 
Por Langdon (Silver) em 26/06/2009 às 18:31

Pena. Esperava pelo menos 8.5 desse, com todo o hype.


 
Por NMarc (Usuário FB) em 26/06/2009 às 18:35

A IGN deu 8,6. Se bem que review, nada mais é do que a opnião de 1 pessoa, que pode ou não refletir a verdade sobre o game. Vou conferir e ver quem está com a razão.


 
Por Billy (Eu amo o Proxy Error) em 26/06/2009 às 18:36

Eu esperava uma nota 8.0 ... mas ainda assim eu compraria se ja nao tivesse o Metroid Prime Trilogy na frente. Pelo que eu vi em outros reviews o problema e a qualidade principal desse jogo ta no proprio jogo (obvio) ... seguinte: O jogo nao e AAA por falta de acabamento e cuidado na trama (NAO E RUIM CULPDA DO Wii) ... e o jogo nao e ruim porque foi bem implementado tecnicamente e visualmente indo alem do hardware (SERIA RUIM SE DEPENDENCE APENAS DO HARDWARE DO Wii) ... no mais, SE MATEM pois eu vou jogar ZeldaTP. =P


 
Por blinkore (Curiosinho de Pelotas vezes 2) em 26/06/2009 às 18:44

Wii user owned


 
Por madrugaman (Pague o aluguel) em 26/06/2009 às 18:48

nunca achei que ele fosse passa disso... minhas espectativas no The Grinder cairam radicalmente...


 
Por P.J (Ai! De mim Ai! Ai! Blau Blau!) em 26/06/2009 às 18:59

Bem, no final é um bom jogo. Só não seria um Half-Life, como alguns diziam.


 
Por Gogeta (Lendário guerreiro saiyajin) em 26/06/2009 às 19:11

Passo. Tenho muita coisa pra jogar, e FPS tem que rebolar muito a bundinha pra me conquistar.


 
Por Noctus (Tuim... tuim... tuim... tempo esgotado! TAG perdida) em 26/06/2009 às 19:15

Pela nota, está longe de ser um jogo ruim. Apenas está um pouco aquém do que se imaginava. Mas acho que vale a atenção dos usuários de Wii


 
Por FlavioMetal (Mole...mole...mole...mole...) em 26/06/2009 às 19:18

Por Gogeta (Lendário guerreiro saiyajin) em 26/06/2009 às 19:11 --> x2


 
Por Giga Bowser (Irmão do Tera Bowser) em 26/06/2009 às 19:19

Comprarei pelo multiplayer online.Tem cara de ser o melhor do console,de longe.


 
Por Sniper (Pão de Queijo com Ora Pro Nobis) em 26/06/2009 às 19:41

Não esperava mais do que isso, pelo que vi do jogo. Dificilmnete jogarei esse um dia. Agora é esquentar a pipoca e observar a trollagem.


 
Por Kaz (Kaz kaz kaz... faz Caringudum... faz caringudum) em 26/06/2009 às 19:47

Olha, juro que não tenho inteções maldosas com esse comentário... mas esses são os gráficos bons no wii?? Pq pelas screens, tive a impressão de estar a visualizar um jogo de psp... Claro que se o jogo fosse divertido, dava para relevar, mas na minha opinião, nem gráficos bons esse título oferece.


 
Por ATLAS (Eletronic Retro Volcanic Ostrich) em 26/06/2009 às 20:10

pessoal axando q ia ser uma "sexta feira morna" isso aki vaaaaai fever...eu esperava mais, mas pelos ouros reviews q jah aparecereram parece que 7 alto e 8 baixo a media desse jogo, eu realmente esperava notas menores q madworld porem espero vendas melhores... vou esquentar a pipoca


 
Por ATLAS (Eletronic Retro Volcanic Ostrich) em 26/06/2009 às 20:16

não q 7,7 seja uma nota ruin, tah nas medias dos jogos q tão saindo(gosthbusters,prototype, red faction e bionic comando) mas não eh o FPS q muita gente estava esperando, e com certeza esse não eh o fps definitivo do wii...porem axo q eu irei pegar esse, pelos controles e multiplayer


 
Por Langdon (Silver) em 26/06/2009 às 20:20

Eu to visando mais o Metroid Prime Trilogy ou Silent Hill pra esse fim de ano.


 
Por racha_cuca (Usuário FB) em 26/06/2009 às 20:55

Kaz, mas é importante salientar que imagem sempre vai mostrar serrilhado, atém em alguns jogos d PS3 e X360 podemos ver. O que importante é na hora da animação, local que mostra bem menos ou quase nenhum serrilhado.


 
Por valken (A.K.A. Cybernator) em 26/06/2009 às 21:11

Olha, considerando os jogos que joguei no Cube (tecnicamente inferior ao Wii) acho que o Wii pode fazer mais do que isso. Enfim...


 
Por havoc (Engine de física) em 26/06/2009 às 21:27

Engraçado. Killzone2 tbm é repetitivo e não inova em nada, mas a nota foi bem mais alta. Vai entender...


 
Por valken (A.K.A. Cybernator) em 26/06/2009 às 21:33

[ Por havoc (Engine de física) em 26/06/2009 às 21:27 ] A nota baixa não foi só por isso. Até pq jogo repetitivo e que não inova existem aos baldes, principalmente em FPS.


 
Por Gulliver (Vivendo em Liliputh) em 26/06/2009 às 21:35

Pelo que vi nos vídeos os controles são interessantes, você consegue mirar fora do ponto central da tela.


 
Por ATLAS (Eletronic Retro Volcanic Ostrich) em 26/06/2009 às 21:49

não começa havoc,o post do billy resume bem a situação. e killzone 2 pode ter alguns defeitos afinal não existe jogo perfeito, porem realizou uma inovação grafica, e eh muito melhor acabado...a diferença do the conduit eh q pode ser jogado com o wiimote, se vc quer um fps decente q ultilize esses controles muito bem(assim com MP3) mas nos moldes de perfect dark, the conduit eh a opção(junto com metroid prime trilogy, que sai em agosto ;])...porem se não te interessa, vc não esta perdendo nada, ou seja eh um jogo bom mas totalmente passavel...


 
Por Zendher (Eu não saber fazer contaz) em 26/06/2009 às 21:51

Q coisa.. esperava um jogo mais ao estilo Half Life do q um jogo so de tiros.. fica pra continuacao entao. Vi uns videos do jogoe gostei muito dos efeitos, da agua e ondas, bem legal.


 
Por Master Kim (Dando aula de taekwondo na TV Manchete) em 26/06/2009 às 21:54

Eu nao acho que todo jogo deve inovar, algumas fórmulas podem ser repetidas porque são boas e funcionam. Eu adoro jogar Doom 3 que na jogabilidade nao inovou em nada, mas é um jogo muito divertido. Dead Space é um jogo repetitivo mas também é muito gostoso de jogar. Já a Assassin's Creed foi um lixo por causa da repetição. Se eu tivesse um Wii esse seria compra certa!


 
Por malarauco (Usuário FB) em 26/06/2009 às 22:10

Por Kaz (Kaz kaz kaz... faz Caringudum... faz caringudum) em 26/06/2009 às 19:47 x2 . Só um comentário: a vantagem de se ter um Wii foi multiplicada por 123003546546516103-banana-peixe única e exclusivamente por causa do Metroid Prime Trilogy.


 
Por Betows (Usuário FB) em 26/06/2009 às 22:48

É meio entediante mesmo.. mas valeu o esforço


 
Por Stalker (Shadow of Chernobil) em 26/06/2009 às 23:25

OUCH! E eu achava que o FB seria generoso mesmo o jogo não sendo tudo isso, tava esperando uma nota super exagerada tipo um 9 ou 8.8. Holy shit, quem foi? Jigu? E assim, todas as minhas previsões da Comic Con se concretizaram.


 
Por Stalker (Shadow of Chernobil) em 26/06/2009 às 23:31

FB, urgente!! Não consigo acessar meu review de Castlevania Simphony of the Night, aparece isso: Microsoft VBScript runtime error '800a0035' File not found /fb4/ctu.asp, line 355 Que q tem de errado? Esse review eu não tenho backup e é o melhor que eu fiz :(


 
Por V I D A L (e sua moto) em 27/06/2009 às 00:05

A engine é magnífica, não tenho dúvidas, mas falta muito talento por parte da equipe de produção. O lance é esperar pra ver o que essa engine pode oferecer nas mãos dos competentes. Imagina o que a Valve, por exemplo, não faria no Wii com ela.


 
Por O Sombrio (Amigo do Loxa) em 27/06/2009 às 00:54

Infelizmente esse não foi o salvador do wii como alguns esperavam


 
Por Paul McCartney (Say... Say... Say...) em 27/06/2009 às 03:55

quem liga pra mais um fps? são todos iguais mesmo. PS: sou só eu que não consegui achar esse jogo bonito?


 
Por V I D A L (e sua moto) em 27/06/2009 às 07:58

Paul, esse jogo não é bonito. Ele traz alguns recursos tecnicos inéditos no Wii. Ele tem uma engine ótima pro Wii que suporta muitos efeitos especiais dos consoles grantdes. Mas a equipe de desenvolvimento não teve talento pra aproveitar a própria tecnologia.


 
Por Billy (Eu amo o Proxy Error) em 27/06/2009 às 08:13

Eu achei que o flame aqui seria mais frenetico. Um coisa importante pra se ver nesse review e que a nota "padrao" do FB e 8.0 (oitinho basico da media) sendo assim esse jogo esta abaixo da media dos jogos medianos (que seria 8.0) e mais importante e que se isso nao iluminar os trolls a se levantarem e agirem como o "menino frenetico do WoW" (aquele do controle remoto ... deixa pra la =P) nada mais o fara!!! ... ... Nahhh essa nota ja era esperada pela esmagadora maioria do pessoal depois dos minireviews do Stalker (eu acho que foi o Stalker mas nao achei o topico pra confirmar ... se nao for o credito vai todo pro Stalker a partir desse momento =P) ... no mais e so jogar e esperar que os proximos jogo do Wii usem o controle e o "monetary-plus" de uma forma mais bem implementada.


 
Por atomic_blaster (Quase um Bomberman) em 27/06/2009 às 10:04

Poxa, analisando a nota final e os contras, tá de ótimo tamanho essa nota...(Cúmulo da redundância: Se não fossem os defeitos, seria um jogo nota 10).


 
Por ferreiradenis (Usuário FB) em 27/06/2009 às 10:21

Apesard e não ter o wii, torcia muito para que esse jogo fosse um sucesso pq realmente o wii carece de bons FPS's, mas é como disseram acima, o review nada mais é do que a opnião pessoal de quem jogou e o que pode ser 7.7 para os lords do FB, pode ser um 10 para outros.


 
Por Gabriel_Gray (BAR-NACLE!) em 27/06/2009 às 10:35

aaaaaaaaaagoooooooooorrrrrrrrraaaaaaaaaa compro meu wii, estava precisando de um titulo hardcore AAA (essa foi pra voce billy)


 
Por diogeneszacharias (O homem que virou MEME) em 27/06/2009 às 11:44

desde quando oito é media?????? média é 5.


 
Por ATLAS (Eletronic Retro Volcanic Ostrich) em 27/06/2009 às 12:09

Por Billy (Eu amo o Proxy Error) em 27/06/2009 às 08:13 Eu achei que o flame aqui seria mais frenetico x2, e discordo, notas abaixo de 7 q são abaixo de mediano, 7 são jogos jons/decentes, 8 são jogos muito bons, 9 imperdiveis para quem tem o console, 10 eh GOTY =P


 
Por Dark Spring (Mola Preta) em 27/06/2009 às 12:19

Colocando o fato que é o começo de uma nova era para os jogos do Wii, se saiu muito bem. Gráficos acima da média dos jogos do Wii, personagens bem moldados e animados, controles ótimos e configuráveis. O melhor FPS do Wii até o presente momento.


 
Por Pitomba_ (Xbox Live Gamertag: Pitomba360) em 27/06/2009 às 13:32

Estava de olho, mas deixei passar. Para mim, o jogo sempre iria sair assim. Bom tecnicamente, mas com arte deixando a desejar e conteúdo genérico. Mas bom saber que a produtora anda no caminho certo. Ficarei de olho no L4D deles.


 
Por Ablidbob (Para em teu límpido aquário mergulhar) em 27/06/2009 às 14:26

Nao deu.... achava que esse se o novo Perfect Dark.... :(


 
Por Gogeta (Lendário guerreiro saiyajin) em 27/06/2009 às 14:31

O melhor FPS do Wii é o Metroid Prime 3: Corruption, não confundam as coisas...


 
Por robervaljr (Usuário FB) em 27/06/2009 às 14:36

Esse era o AAA?


 
Por Giga Bowser (Irmão do Tera Bowser) em 27/06/2009 às 16:16

Estou com ele aqui.O single é tosco,variando de mediocre a bonzinho.No multiplayer é o melhor FPS do console,na minha opinião.Vai entre 7,5 e 8,5 mesmo.


 
Por zaneti (Cucurucucu Paloma) em 27/06/2009 às 16:57

Tá feioso mesmo.


 
Por setsunapoa (Chiquinho...) em 27/06/2009 às 20:30

"Genérico que faz efeito " ahuHEUhauHEUHuahuEa Killzone 2 manda um abraço =)


 
Por Godot (Pilha errada em forma de cachorro) em 28/06/2009 às 00:16

- Mesmo que com um suporte multiplayer bacana, ainda é muito difícil se conectar em partidas através da rede online da Nintendo. - Discordo somente disso. Conecto rapidamente sempre. Procurando jogadores chega ser rápido como mario kart (Que é ótimo tem o melhor modo online da Nintendo). O jogo é cheio de bug no modo online, e o hype deu nisso aí.


 
Por kraven (Eu sou uma jabuticaba...) em 28/06/2009 às 01:28

Uma pena. Esperava mais. Boas idéias que não deram tão certo...


 
Por Dark Spring (Mola Preta) em 28/06/2009 às 01:46

Sobre esse ponto negativo sobre conectar e lag, discordo. Não tive isso. E Gogeta, isso só na sua opinião.


 
Por Gabriel_Gray (BAR-NACLE!) em 28/06/2009 às 08:23

Por setsunapoa (Chiquinho...) em 27/06/2009 às 20:30------> melhor comentario do MF.


 
Por Dr_Venom (Apesar de colher as batatas da terra) em 28/06/2009 às 14:39

É como eu dizia, um jogo mediano com hype grande só porque não tem coisa melhor no console. Wii ainda pode mais, mas enfim pelo vemos nas thirds capricho e Wii não andam lado a lado (tirando raríssimas excessões).


 
Por deathkenny (Morre mas sempre volta!) em 28/06/2009 às 15:31

fico imaginando como sera killzone 3 usando o novo controle de movimentos que saira no ps3


 
Por vweiss (Usuário FB) em 29/06/2009 às 08:44

Pelo visto o Wii (o meu) ficara encostado por mais um bom tempo...


 
Por Boemio (The legend of Colchonilha 2) em 29/06/2009 às 09:37

Novamente temos manjadores analisando um jogo pela nota... Eu sempre disse que esse jogo era medio com hype grande,mas acabou se saindo melhor do que eu esperava,comprarei mês que vem,pq além da High Voltage estar fazendo um belo trabalho no Wii,esse é realmente um bom jogo. Não é nem de longe aquele AAA que alguns pensavam,mas não deixa de ser um bom jogo.


 
Por pulyx (Melhor Parada desde o Pão de Forma) em 29/06/2009 às 10:38

Jogo independente com publisher e só. Acho que no proximo jogo ja terão mais capital pra investir em artistas de melhor qualidade.


 
Por Shaka (Bum) em 29/06/2009 às 11:31

Genéricão de Halo... mas parece um bom título, ainda mais no wiimote. Porém daria preferencia para o Metroid Prime. De qualquer forma é imperdível, creio q me divirtiria mto com esse jogo mais uma bacia de pipócas do meu lado numa tarde de domingo chuvósa... com a namorada do lado, claro.


 
Por Boss (Eu tenho ciuminhos do Jack) em 29/06/2009 às 12:25

PFFF


 
Por dinhowr80 (Minha canção é super super sônica) em 29/06/2009 às 12:52

Bom jogo e boa analise FB.


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