Categoria: Ação
Lançamento: 25/8/2009


Produtora: Square Enix
Distribuidora: Square Enix

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REVIEW
A favor:
- O mais puro Fan Service, para o delírio dos entusiastas - apesar disso, o game é bem produzido;
- Muitos telas facultativas de tutorial para o jogador não ficar perdido;
- Trilha sonora relembra temas clássicos da franquia, com novos arranjos ou originais;
- Vários heróis e vilões para se escolher e digladiar no multiplayer;
- Multiplayer oferece troca de cartas, itens e até experiência para avançar o nível dos personagens.

Contra:
- A curva de aprendizado pode ser longa para alguns;
- Dublagem não compromete, mas não chega aos pés de Final Fantasy XII, por exemplo;
- Enfrentar sempre os mesmos manequins (sósias monocromáticos dos heróis e vilões) não é a melhor das experiências.


Veredito:
Que Dissidia: Final Fantasy é um "fan service" dos óbvios, disso não há dúvida. Mas o que se deve ter em mente é que não se trata de um apanhado de personagens famosos em um pacote sem vida cujo único ponto de venda é seu nome. De maneira nenhuma! O título tem mais conteúdo do que muitos outros por aí, principalmente no PSP. Os combates são frenéticos, furiosos e estratégicos, e ainda assim são simples e de fácil aprendizado – mesmo parecendo confuso em primeiro vista. Uma pena que a história, com tantas estrelas no mesmo barco, não se desenvolva de maneira criativa, como estamos acostumados a ver na própria série, e a câmera, por vezes, nos dê uma dor de cabeça. Mas, tirando esse dilema, temos um produto à altura dos fãs e da própria franquia.



Fan Service, mas bem feito
Por Redação em 27/8/2009 13:35
Quando a Square Enix foi fundada a partir da fusão entre a Squaresoft e a Enix, algumas pessoas brincaram imaginando que nasceria um crossover entre os personagens de Final Fantasy e Dragon Quest. Curiosamente, foi o que aconteceu, embora certamente não do modo com os fãs queriam. No caricato Itadaki Street Special, as icônicas figuras das duas séries se enfrentavam em um "emocionante" banco imobiliário. Em 2007, porém, uma surpresa. A ideia de um crossover acabou por finalmente agradar aos executivos da companhia, mas sem a presença de Dragon Quest. "Dissidia: Final Fantasy" foi anunciado durante a Square Enix Party em maio de 2007 exclusivamente para PSP. É um mix de RPG de ação com luta, protagonizado por heróis que destruíram o mal ao longo de 22 anos de história. E quem são seus inimigos? O mesmo mal que tentou destruir o mundo durante as mesmas duas décadas.

Final Fantasy possui a estigma de, de tempos em tempos, retornar com mecanismos extravagantes que, à primeira vista, dão logo um ou dois nós no cérebro. Nada que alguns longos minutos, quiçá horas de jogo, não resolvam, mas somente depois de compreender é que surge a graça dos sistemas. Com Dissidia não é diferente – não se trata de um mero de jogo de luta com magia, capa e espada, e essa complexidade é uma faca de dois gumes, pois haverá quem se sinta intimidado com tantas variantes no jogo. O problema é que só existe alguma apreciação depois que se compreende seus numerosos e complicados aspectos, principalmente porque há muitos elementos de RPG que adicionam ainda mais opções. O que realmente atrapalha nesse jogo é apesar da boa vontade na hora de explicar tudo ao jogador, há um pouco de desequilíbrio aqui e acolá e algumas coisas que pareceram mal trabalhadas.

A trama do jogo envolve um conflito entre a Deusa da Harmonia, Cosmos, e o Deus da Discórdia, Chaos. Quando a história começa, Cosmos, derrotada, está à beira do fim, confiando aos dez últimos guerreiros a missão de adquirir, cada um, um cristal, e com isso reunir a luz e a força necessárias para virar a contenda a seu favor e acabar com a guerra. Vários personagens conhecidos da franquia estarão lutando ao seu lado, como Cloud, Squall, Zidane, Cecil, Terra e Tidus. Do lado do Caos temos antagonistas como Sephiroth, Ultimecia, Golbez, Kefka, Kuja e Jecht. No total são 20 personagens, mas há também dois secretos, além da presença de dezenas de personagens conhecidos e menos expressivos em menus de tutorial. Para o modo história, porém, só é possível usar os heróis.

No modo campanha, o jogador iniciará sua batalha contra o mal usando Warrior of Light, o guerreiro sem nome e genérico do primeiro Final Fantasy. No entanto, em Dissidia, foi dado a ele um papel e um caráter de líder, chegando a ponto de dar bronca e ordens em personagens como Firion e Cecil. Isso ressalta o problema de colocar tantos protagonistas no mesmo barco – são tantos superegos (Cloud e Squall, por exemplo), que os heróis às vezes soam tão ou mais arrogantes que os vilões. Nada bom para quem deveria conquistar a simpatia dos jogadores – mas ao menos temos a Terra, Cecil e outros para equilibrar essa balança.

Durante a campanha com os heróis de FF, os jogadores enfrentarão uma série de sósias de todos os personagens (amigos e inimigos) até chegar a hora do confronto de final de fase contra um dos verdadeiros vilões. Esse é um dos problemas de Dissidia, pois enfrentar inimigos genéricos uma, duas, várias vezes durante a jornada não é tão legal. Para balancear, as batalhas contra os bosses são épicas, então podemos considerar – o que não deixa de ser verdade – que os confrontos anteriores são apenas para fazer "grind", ou seja, avançar de nível com seus personagens, afinal Dissidia também tem seu grande lado RPG.

O visual do game é fantástico. Os modelos de todos os guerreiros foram bem produzidos, e eles possuem até expressões nos rostos – quando podemos vê-los, claro. Os cenários também possuem a mesma qualidade gráfica, e ainda há efeitos visuais deslumbrantes durante os combates. Nesse quesito, o game dá um show à parte.

Ao começar uma campanha, o personagem escolhido pelo jogador é colocado em um tabuleiro. Peças representam ações possíveis como combates, uso de itens, aquisição de novas invocações e mais. Os soldadinhos de armaduras são inimigos, e é possível verificar o nível do adversário antes de confrontá-lo. O próprio jogo explica que se o inimigo for muito forte, é necessário evitar o combate – quanta sabedoria: se você não estiver no nível recomendado para enfrentá-lo, a derrota é quase certa. Nesses casos, o que o jogo não avisa é que você é obrigado a fazer "grind", saindo do modo história e usando aquele personagem em lutas sem sentido contra a CPU no Quick Battle. Foi uma forma bastante estranha de dar importância a essa modalidade, mas pelo menos é possível, além de ganhar experiência, adquirir outras coisas interessantes como GPs, Gils (moeda corrente), APs (para aprender novas técnicas), e até itens, e tudo isso poderá ser usado por qualquer personagem na campanha.

De volta ao tabuleiro, os jogadores podem andar livremente pelas casas, mas quando um ponto é escolhido, perde-se um DP (Ponto de Destino), isto é, um ponto de movimento. Se a fase terminar com DPs positivos, o jogador ganhará mais pontos de história, mas se o número for negativo, ele deixará de ganhar proporcionalmente. Esses Story Points são acrescentados ao perfil do personagem que concluiu a fase, quando também se ganha uma recompensa em PPs. Esses pontos são usados para destrancar personagens para o multiplayer (todos os vilões precisam ser adquiridos), cores novas paras as roupas, e muito mais no "PP catalog". Por isso cabe ao jogador saber se vale a pena sacrificar 10 pontos em troca de um item, ou de um combate. Em cada confronto sempre há uma forma de ganhar um DP extra, satisfazendo condições como aplique um Critical Hit em menos de 10 segundos, consiga um Break em 10 segundos, etc. No final da fase há uma estátua do Caos que deve ser destruída, mas em outras ocasiões uma estátua diferente indicará a presença de um boss.

Dissidia é, basicamente, um jogo de luta, e os confrontos ocorrem em arenas bem diversificadas, às vezes bem abertas, outras com locais mais fechados, todas inspiradas em localidades conhecidas da série como a Torre de Kefka (FFVI), North Crater / Centro do Planeta (FFVII), Castelo de Ultimecia (FFVIII), Subterrâneo da Lua (FFIV) e mais. Cada um deles possui um design peculiar, oferecendo mais ou menos partes para lutas no solo ou no ar, e o jogador utiliza magias e armas. A visão é em terceira pessoa e o jogo usa um sistema de trava de mira para que o jogador não perca de vista o inimigo ou objetos de interesse – pelo menos na teoria. Há vários momentos em que a câmera aplica um golpe no jogador e o deixa muito na mão, e isso atrapalha bastante o andamento da partida, pois um golpe aplicado no vazio pode significar uma derrota instantânea por conta do modo como funciona o sistema de combate.

A movimentação no cenário é livre, e o jogador utiliza a alavanca analógica para controlar o guerreiro para qualquer parte, 360º. Se tivéssemos que comparar o funcionamento deste com algum outro jogo de luta, seria difícil, pois o sistema não é como Tekken, Street Fighter ou KOF. Na verdade, seria mais ou menos como os combates de Kingdom Hearts, porém apenas com a parte de luta, sem menus ou coisa assim, e com golpes soberbos sendo aplicados de maneira bem fácil.

Por falar em comandos, cada botão possui uma função bem definida, com exceção do R que possui múltiplas utilidades. Sozinho, ele funciona como defesa (se feito corretamente, deixa o oponente grogue por alguns instantes), e em conjunto com o triângulo ele faz o guerreiro correr ou voar na direção do oponente ou de um objeto "lockado". O botão X é para o pulo, e isso adiciona o plano vertical aos combates, dando total liberdade ao jogador. Os botões círculo e quadrado são usados para os ataques de jogo e os danos causados variarão conforme uma série de aspectos. Primeiramente, seu personagem começa com uma quantidade de HP, que varia conforme o próprio (Terra tem menos HP que Cecil, por exemplo), seu nível (Terra Nv.10 tem mais HP que Cecil Nv.2) e até itens que aumentam ou diminuem o HP em troca de outras habilidades. Além disso, cada um começa também com uma quantidade de BPs (Pontos de Bravura) que são mais importantes do que qualquer outra coisa. O esquema funciona da seguinte forma: com o círculo, os jogadores executam golpes comuns chamados "ataques de bravura", que não causam dano direto ao HP do inimigo. Em vez disso, ele suga os pontos de bravura do adversário e os somam aos seus. Quanto mais BPs você tiver, maior será o dano causado pelo HP Attack (quadrado). Quando este golpe se encaixa, o HP do oponente tem uma redução igual à quantia de BP que você tinha na hora do golpe. Logo a seguir esse valor é zerado e progressivamente vai voltando ao valor que tinha originalmente. Quando alguém com BP igual a zero é atingido, ocorre o "Break", que amplia significativa a BP do agressor e ainda permite a realização de um "summon" (invocação) com R+O, que multiplica a BP adquirida. Nesse momento, um HP Attack bem sucedido será fatal.

Coletar partículas de luz chamadas Ex Force faz encher a EX Gauge (acionada com R e quadrado juntos). Enquanto o lutador estiver sob seu efeito, após um HP Attack com sucesso, o jogador deverá apertar o botão quadrado para aplicar um EX Burst Attack – uma espécie de Limit Breaker do personagem. Cada um possui o seu (Sephiroth é a Super Nova, por exemplo), mas para ser bem executado é preciso acertar a sequência de botões que surge na tela, que varia conforme o lutador – há sequências de direções (frente, baixo, esquerda, direita, etc.) e vezes em que se deve apertar um ou mais botões freneticamente para encher uma barrinha. As chances são boas de terminar a luta após esse golpe.

Por fora, há outras características do jogo que afetam o desempenho dos personagens nos combates. Em primeiro lugar temos uma evolução no estilo de RPG, onde pontos de experiências são adquiridos com os combates, tornando-os mais fortes e garantindo novas habilidades. Algumas delas são automáticas (como uma corrida que deixa seu personagem na cara do adversário instantaneamente depois de um ataque bem sucedido), enquanto outras são outras formas de atacar os oponentes. Na customização, o jogador pode alterar como e quais HP Attacks e ataques de bravura são realizados com os botões quadrado e círculo, e quais serão executados com o alavanca em conjunto. Em resumo: círculo pode ser o "ataque 1", círculo + direita o "ataque 2", e círculo + esquerda o "ataque 3", por exemplo.

Se já não bastassem essas variantes, ainda há o equipamento que cada um pode equipar. Espadas, machados, adagas, escudos, luvas, armaduras, enfim, há uma série de itens que cada um pode ou não usar – Terra não pode usar um machado, por exemplo. Além disso, há acessórios (anéis) que causam os efeitos mais variados possíveis, alguns disparados quando em certas condições (como ter menos de 40% de energia ou ter um 1 de HP). Os mais comuns apenas acrescentam defesa, ataque, sorte, etc. Para conseguir todos esses itens, há dois meios: comprando (usando as Gils obtidas nos combates) ou usando o Battlegen, um sistema que permite a geração automática de itens em batalha quando requisitos são preenchidos – colidir ataques usando Sephiroth, destruir todos os objetos no cenário em uma fase determinada, e por aí vai. O jogador pode até acumular os itens e vendê-los para adquirir outros. É preciso gastar um tempo fortalecendo seu personagem, pois as batalhas tendem a ficar mais e mais difíceis.

Como foi possível perceber, há uma sorte enorme de mecanismos dentro do jogo, e muitas coisas para se fazer aqui e acolá. Mas como um game de luta, Dissidia sofre de alguns problemas notáveis. Já citamos alguns deles nos parágrafos acima como um sistema de câmera que em muitos casos se perde – deixando o jogador a ver paredes – e o fato de o jogador batalhar manequins – sósias em suas cores dos personagens do jogo. Mas também não curtimos a história do jogo, visto que não se criou um desenvolvimento de personagem como estamos acostumados a ver. Eles simplesmente caíram de pára-quedas no meio do conflito e agora simplesmente batalham sem olhar para trás. Pelo menos na segunda etapa do modo história, chamada Shade Impulse, as coisas se tornam mais interessantes, mas até lá...

Outro problema está nas dublagens, que também não ajudam em nada a dar mais naturalidade aos heróis e vilões. Mesmo quase todos tendo trabalhado em jogos anteriores, Dissidia parece ter servido apenas como lanche entre refeições mais interessantes para os atores. Se ao menos tivéssemos opção para ouvirmos as falas em japonês, teríamos como escapar disso – isso sem falar na chance de ouvirmos Megumi Hayashibara mais uma vez.

Mas a parte sonora não é só decepção, muito pelo contrário. Ouvir as músicas do jogo também é apreciar o passado da série, pois temas conhecidos foram trazidos à vida novamente em Dissidia. Há vários conhecidos que estão com novos arranjos e outras músicas que retornam em sua forma original (como One Winged Angel). Em média são duas por cada Final Fantasy e quem curte a trilha sonora da série não vai se decepcionar.

Mas, ao menos, Dissidia possui modos de jogo bacanas e muito para se fazer, o que tira nossa atenção desses problemas. Além de um robusto modo história, o game oferece Quick Battles para melhorar o nível dos personagens e até um Arcade Mode, que oferece prêmios para os objetivos concluídos. O game possui um sistema de "acomplishments" que recompensa com itens valiosos – são mais de 150 façanhas do tipo "cause 100 mil de dano acumulado", "derrote 100 inimigos", etc. Mais há um modo de jogo bacana no título: multiplayer local.

Também é possível ganhar experiência nas batalhas versus, então até mesmo perdendo para um amigo – o que dá ao menos PPs. Uma pena que ocorrem alguns perceptíveis slowdowns quando há muitas partículas (EX Force) na tela, mas não chegam a atrapalhar muito. Além dos confrontos, os jogadores podem trocar cartas e adquirir artefatos dessa forma. Curiosamente, a história de criação do artefato, assim como o nome de todos os donos anteriores ficam registrados no item, então é possível saber como, quando e quem esteve com ele antes.

Que Dissidia: Final Fantasy é um "fan service" dos óbvios, disso não há dúvida. Mas o que se deve ter em mente é que não se trata de um apanhado de personagens famosos em um pacote sem vida cujo único ponto de venda é seu nome. De maneira nenhuma! O título tem mais conteúdo do que muitos outros por aí, principalmente no PSP. Os combates são frenéticos, furiosos e estratégicos, e ainda assim são simples e de fácil aprendizado – mesmo parecendo confuso em primeiro vista. Uma pena que a história, com tantas estrelas no mesmo barco, não se desenvolva de maneira criativa, como estamos acostumados a ver na própria série, e a câmera, por vezes, nos dê uma dor de cabeça. Mas, tirando esse dilema, temos um produto à altura dos fãs e da própria franquia.



35 Comentários!
 
Por Noctus (Fofo até dizer chega...) em 27/08/2009 às 13:52

Compra obrigatória!!!!!! O terei até mesmo antes de um PSP!


 
Por dinhowr80 (Minha canção é super super sônica) em 27/08/2009 às 13:59

Excelente analise FB,só estou esperando o meu chegar para desfrutar dessa delicia.


 
Por Boss (Eu sou aquilo que perdi...) em 27/08/2009 às 13:59

"Uma turminha da pesada armando altas confusões na telinha do seu PSP"--> By "Homem da Sessão da Tarde".


 
Por Boss (Eu sou aquilo que perdi...) em 27/08/2009 às 14:05

Ótimo jogo. Até deu vontade de catar a bolsinha aqui a fim de recolher fundos para a compra de um PSP.


 
Por mudows (Pata Pata Pata Pom... Pata Pata Pata Pom) em 27/08/2009 às 14:19

Eba!!! Esse eu quero! Porém tem outros na frente...


 
Por rvfsilva (PSN ID = rvfsilva_br) em 27/08/2009 às 14:33

Por Boss (Eu sou aquilo que perdi...) em 27/08/2009 às 14:05 --- uót???


 
Por setsunabr (The bellmont clan will hunt the night) em 27/08/2009 às 14:41

Obrigatorio!! ^^


 
Por Wylht (Ganhei uma Tag. Espero que mudem...) em 27/08/2009 às 14:50

tesão esse jogo, um dos melhores de PSP.


 
Por Maciak (Usuário FB) em 27/08/2009 às 15:00

joguei o japones e ja vou começar a jogar o americano


 
Por gcr2005 (Usuário FB) em 27/08/2009 às 15:14

vai ser vendido pela psn tb?


 
Por ljusfalheim (Testado e aprovado) em 27/08/2009 às 15:22

Têm a Terra e o Kefka? Já é meio jogo eheheheh.


 
Por JackMarlboro (O chifre é como o consórcio...) em 27/08/2009 às 15:25

Adoro ser assim, mulher...


 
Por kakoiw (Usuário FB) em 27/08/2009 às 15:32

em ingles? =S eu fikei sabendo q so tinha no japao =S


 
Por Jars (Par De) em 27/08/2009 às 15:33

Must have total!


 
Por daniel.santanna (Ascensorista do MdoH) em 27/08/2009 às 15:41

compra certa, mas para o mês seguinte, esse mês já estorei a minha cota de jogos que podia comprar e claro de tempo para joga-los.


 
Por Eddie_Kratos (Eu comprei ET do Atari) em 27/08/2009 às 15:45

tb estou na espera, incrivel como o batman chegou primeiro


 
Por Gogeta (Carcinocultura existe. Eu me enganei!) em 27/08/2009 às 17:10

Morro de vontade de jogar esse.


 
Por thimoten (filho de Tim Tones) em 27/08/2009 às 17:44

Tá difícil de manter duas plataformas...(PC e PSP), é muito jogo bom saindo...e não, não apelarei para pirataria.


 
Por Ryunoken (Pinto Gira-Gira) em 27/08/2009 às 18:54

Terra e Kefka. Fecha o tópico.


 
Por HyuugaMetalSlime (Aquele do Dragon Quest) em 27/08/2009 às 19:15

Jogarei novamente esta belezura, tenho 170 horas da versão japonesa, o foda é a dúvida, este ou Kingdom Hearts DS, qual comprar primeiro?


 
Por Shin-Ryu (Rodízio de Caldo de Cana) em 27/08/2009 às 19:19

G*&%¨litros jogando com Terra FFVI é o melhor do melhor!


 
Por setsunapoa (Chiquinho...) em 27/08/2009 às 20:41

Squall X Sephiroth <--------- SONHO DE QUALQUER UM!


 
Por Wylht (Ganhei uma Tag. Espero que mudem...) em 27/08/2009 às 21:56

Por HyuugaMetalSlime (Aquele do Dragon Quest) em 27/08/2009 às 19:15]] kra, só recomendaria Kingdom pq vc ja tem 170h desse jogo, se não recomendaria este com certeza. Kingdom do DS pessoalmente não me agradou mto não.


 
Por Ryon (Troco tag por rim... motivo viagem) em 27/08/2009 às 22:21

Sensacional! Top! Só não curti não terem "ponhado" personagens do FFXII (eu acho a Penelo e o Balthier muito legais). Primeiro joguete que comprarei para meu PSP. ;)


 
Por gfv2 (Sou de Édson) em 27/08/2009 às 22:25

To curtindo muito o jogo, acho que merecia uma nota maior. Só é uma pena não ter mais personagens secretos, como o Shadow de FFVI, ou nenhum personagem com arma de fogo. E do XII deveriam ter colocado até a Ashe ou Balthier, mas Gabranth? Quem liga pra esse cara?


 
Por valken (A.K.A. Cybernator) em 27/08/2009 às 22:33

Parabéns pelo review, confesso que estou entendendo um pouco melhor o jogo por causa dele! (sim, achei o game um pouco confuso e difícil). Faltou um "training mode" para ajudar quem está começando, o tutorial é muito curto.


 
Por arthur-otaku (Usuário FB) em 28/08/2009 às 00:35

A square não costuma soltar caça níqueis mas esse novo final fantasy foi descarado


 
Por cesarcrivelaro (O Ervo é um pedaço de mau caminho!) em 28/08/2009 às 00:48

FB, meus parabéns por mais uma análise de qualidade. Gostei da introdução bem sutil da análise! Além do mais, a análise não foi pontual, simplesmente nomeando e enumerando os pontos positivos e negativos, ela está muito bem diluída no texto. Parabéns pela excelente qualidade de texto! No mais: esse jogo é o 4º motivo para eu ter um PSP! (1º LBP, 2º GT, 3º FFVIICC e esse! o/)


 
Por atomic_blaster (Quase um Bomberman) em 28/08/2009 às 00:52

Ótimo jogo....Trilha sonora fantástica e uma aula de como se fazer uma história misturando persoangens de jogos e universos diferentes num só...


 
Por Snake FoxDie (Pupilinho do Kojima) em 28/08/2009 às 05:43

Nice Final Fight Fantasy. xD


 
Por Midgot (Usuário FB) em 28/08/2009 às 13:57

só eu que não achei essa coca toda? É legal(zinho), mas nada assim empolgante quantos os reviews que eu acabei vendo, realmente o conteúdo é bem vasto e tudo mais, mas eu como autentico fã de luta a lá street fighter, tekken e soul calibur achei meio fraquinho na verdade


 
Por peter parker (Aracnídeo do bem...) em 28/08/2009 às 16:49

Venda de hardware semanal by Media Create: DSi 59,578 - PSP 27,187 - Wii 26,972 - Xbox360 8,979 - DSLite 5,735 - PS2 3,295 - PS3 2,052


 
Por gfv2 (Sou de Édson) em 28/08/2009 às 17:30

Por Midgot (Usuário FB) em 28/08/2009 às 13:57----> mas a idéia nunca foi fazer um jogo de luta estilo Soul Calibur ou SF.


 
Por Sectoid (eu amo a Sasquatch) em 28/08/2009 às 18:17

Concordo um pouco com o Midgot. Não achei lá grandes coisa, mas principalmente por causa da estória q é nojenta.


 
Por gfv2 (Sou de Édson) em 29/08/2009 às 10:51

A estória é um pretexto para se juntar os personagens, ela não é o objetivo do jogo. Alguém aqui quando joga Supers Smash Bros se preocupa com a trama? eu não.


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