Categoria: RPG
Lançamento: 25/1/2000


Produtora: Squaresoft
Distribuidora: Squaresoft

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REVIEW
A favor:
- Gráficos espetáculares
- Trilha sonora caprichada
- Garante muitas horas de diversão

Contra:
- Fãs mais tradicionais podem reclamar de algumas mudanças que FF VIII trouxe em relação ao games lançados anteriormente.


Veredito:
Apesar de não ser um jogo que conseguiu agradar a todos, Final Fantasy VIII ainda sim vendeu horrores na época em que foi lançado. Para aqueles que gostam do jogo, ele é considerado até como um dos episódios preferidos da série. Inquestionavelmente, Final Fantasy VIII é um sucesso do PlayStation, mesmo tendo dividido opiniões entre os fãs.



Um sucesso, mesmo dividindo opiniões!
Por andreimortal em 26/9/2009 15:05
Após o sucesso estrondoso de Final Fantasy VII na indústria dos games, a espera de um novo jogo da principal franquia da Square foi ainda mais intensa por parte dos fãs. Superar o jogo antecessor se mostraria ser uma tarefa impossível, mas ainda assim a Square não faria feio, e tampouco deixaria de arriscar na busca de criar um novo jogo que fosse tão bom quanto o anterior, mas sem para isso repetir uma mesma fórmula. Final Fantasy VIII saiu em 1999, e dividiu a opinião dos fãs. Enquanto alguns adoraram as melhorias técnicas do jogo, outros fãs, principalmente os mais velhos, não gostaram tanto assim das “inovações” e da quebra de tradições que Final Fantasy VIII trazia para a série.

A história do jogo tem dois personagens principais, Squall e Rinoa, que formam o par romântico de Final Fantasy VIII. Enquanto Squall é uma pessoa fria e que não gosta de fazer/manter laços com as outras pessoas, a jovem Rinoa é sentimental e alegre. No mundo de Final Fantasy VIII, Squall é um estudante da “Garden” de Balamb, que é um tipo de escola privada que treina e forma soldados, que dedicam suas vidas no cumprimento de arriscadas missões ao redor do mundo. Rinoa é a principal líder de um grupo que busca a indepência de seu território das mãos de um líder tirano. No decorrer da história do jogo os dois vão ter que trabalhar juntos, terão alguns desentendimentos mas posteriormente acabam se apaixonando.

Final Fantasy VIII tem sim uma históra bem complexa, cheias de guerras, mistérios, surpresas e conflitos pessoais, mas seu foco é mesmo na romântica história de Squall e Rinoa. Até mesmo os outros personagens do jogo tem uma participação semelhante a de atores coadjuvantes em um filme, mesmo que todos tem uma história a ser contada. A intenção dos criadores de Final Fantasy VIII foi realmente essa, de dar destaque para a história do par romântico do jogo, deixando os outros personagens em segundo plano. Isso acaba sendo um dos motivos das críticas dos velhos fãs, que estavam acostumados a ver todos os personagens de um jogo da franquia com histórias mais profundas e uma participação tão importante no desenrolar do jogo quanto dos protagonistas.

Mesmo assim alguns personagens secundários se destacam como o problemático Seifer, que é uma espécie de rival para Squall. Tudo bem que ele não é um vilão do calibre de um “Sephiroth”, mas mesmo assim tem seu estilo. Seu modo arrogante de ser e sua forma egoísta de agir são o seu charme. Outro personagem que se destacaria na trama é o soldado Laguna, que junto com seus dois companheiros Kiros e Ward, traz um clima mais divertido e até mesmo cômico para história do jogo, que em sua quase totalidade é séria e mais adulta.

Em Final Fantasy VIII as criaturas que podem ser invocadas tem o nome de GF (Guardian Force), só que elas possuem neste jogo um papel muito mais importante do que nos anteriores. Os GFs continuam tendo como principal função ajudar os jogadores durante as batalhas, mas isso é apenas o básico. Em Final Fantasy VIII não existem armaduras ou escudos, e nenhum personagem possui a habilidade de aprender magias. Para que eles possam se defender, melhorar seus atributos e usar magias, tanto de cura quanto de dano, eles tem que se “unir” a algum GF, em um sistema interessante que é chamado de “Junction”. Os GFs são os responsáveis pelo aprimoramento dos atributos de todos os personagens, além de permitir que os mesmos executem certos comandos que são primordiais no jogo, como o “Draw”, que permite que magias sejam “roubadas/drenadas” dos monstros e demais oponentes, e então deixa com o jogador a escolha de usar imediatamente a magia, ou ainda “estocá-la”, para que fosse então utilizada quando bem entendesse. Magias “estocadas” vão influenciar diretamente no melhoramento das condições gerais dos personagens, já que as próprias magias podem ser equipadas para melhorar a defesa e também para o aumento dos outros atributos. Há também os “Draw Points”, que são locais espalhados pelo mundo de onde o jogador também pode “drenar” magias. Muito dos fãs antigos não gostam desse sistema de Draw, pois dizem que ficar horas e horas fazendo “Draw” em monstros para estocar magias não é algo nada divertido, e sim bem cansativo. Muitos declaram que destestam também o fato de que em Final Fantasy VIII as magias são contadas como itens singulares, o que veio a acabar com a existência do MP, algo tradicional na série.

Outra quebra na tradição da série que o oitavo episódio trouxe, foi que nele as armas dos jogadores são as mesmas do começo ao final do jogo, sendo que elas só recebem melhoramentos por meio da compra ou do encontro de certos livros de armas. Mesmo em posse desses livros, o jogador ainda tem que encontrar certos itens, que muitas das vezes são conseguidos por meio da derrota de certos monstros, para então pagar uma certa quantia de dinheiro em uma “Junk Shop” e melhorar sua arma. Parece complicado? E realmente é complicado, já que muitos itens são realmente difíceis de se conseguir.

Curiosamente, no mundo de Final Fantasy VIII o dinheiro não é conseguido por meio de monstros ou da sorte em encontrar báus. Após o personagem Squall se tornar um membro da Seed, que é a elite dos alunos das Gardens, ele passa a receber um salário de tempos em tempos (na verdade você recebe o seu salário a cada 24300 passos de seu personagem no jogo), cujo valor varia de acordo com seu “Ranking” na Seed. Este “Ranking” também tem uma variação de acordo com os atos que o jogador faz durante o jogo, podendo então aumentar ou diminuir. Uma forma de aumentar de forma mais rápida o seu “Ranking” na Seed, é passar em certos testes de conhecimentos, que são uma espécie de prova escolar de múltipla escolha. O “Ranking” da Seed vai do nível 1 ao A, que númericamente pode ser considerado como nível 31. Isso quer dizer que o sálario do jogador pode variar de míseros 500 gils, até a “exorbitante” quantia de 30.000 gils.

Alguns não gostam, outros já são viciados no jogo de cartas que Final Fantasy VIII trouxe como uma espécie de “bonus”, chamado de “Triple Triad”. Os jogadores que aprendem suas regras e conseguem entender a lógica para jogá-lo, acabam se beneficiando do fato de que este jogo é uma das formas alternativas para se conseguir certos itens raros. Por meio do uso da habilidade do GF Quezacotl chamada de “Card Mod”, é possível transformar as cartas que o jogador possui em itens, que dependendo da raridade da carta que for escolhida para ser alterada, pode gerar itens igualmente raros e difíceis de se conseguir durante o jogo.

Quando foi lançado, Final Fantasy VIII trazia os melhores gráficos já vistos até então em um jogo da série, e seria o primeiro a apresentar personagens com um visual mais adulto, fugindo totalmente do padrão SD encontrados nos personagens de todos os jogos anteriores. E até hoje seus gráficos são excelentes! Os cenários estam belíssimos e muito bem detalhados. O design dos monstros e demais personagens são de encher os olhos, tamanha qualidade e diversidade. As cenas em CG estão em um nível superior em relação as que foram mostradas no jogo anterior, ou seja, são simplesmente perfeitas!

Os efeitos sonoros de Final Fantasy VIII são ainda mais variados e em maior número do que nos jogos anteriores a ele. Como já é de tradição da Square, em Final Fantasy VIII há sons que podem ser considerados como “clássicos” na série, o que faz com que o jogador tenha na hora o sentimento de estar realmente jogando um game da franquia. Todos os efeitos são muito bem feitos, e cumprem de forma primorosa seu papel durante o jogo.

Final Fantasy VIII traz composições inspiradas do gênio Nobuo Uematsu. Os temas são os mais diversos possíveis e fazem com que os jogadores sentirem todas as variadas emoções que a aventura traz. Não é por acaso que a trilha sonora de Final Fantasy VIII foi um sucesso de vendas no Japão na época do lançamento da mesma, vendendo como se fosse um álbum de um rock star ou artista pop de grande expressão, pois suas canções são realmente fantásticas! A grande novidade que Final Fantasy VIII traz em sua trilha sonora, é a inclusão de um tema cantando, no caso a canção “Eyes on Me”, que é o tema romântico de Squall e Rinoa. Esta canção, uma legítima composição do mestre Nobuo Uematsu e com letra de Kazumi Someya, foi cantada pela vocalista japonesa Faye Wong, e acabou fazendo um estrondoso sucesso no Japão.

A jogabilidade de Final Fantasy VIII é bem similar aos outros jogos da série, mas claro, traz inovações como o já citado sistema de “Junction”. Os comandos durante as batalhas ou fora delas não são complicados para aqueles que já estam acostumados com jogos do gênero RPG. Para os jogadores novatos há a existência de tutoriais que explicam de forma detalhada todos os comandos e sistemas que o jogo possui.

Como na maioria dos RPGs, a dificuldade de Final Fantasy VIII depende mais das ações e precauções do jogador. Aqueles que dedicam um bom tempo estocando magias, aumentando o nível de seus personagens e melhorando suas armas e atributos, não vão passar aperto nos monentos cruciais do jogo. Alguns inimigos e monstros necessitam de uma boa estratégia para serem vencidos, mas nada que seja complicado demais para os que já estão acostumados com os demais jogos da série. Já os novatos devem ficar atentos as explicações que o jogo automaticamente mostra, ou então acessar os já citados tutorias. Ainda assim, alguns “chefes” podem ser ossos duro de roer, mesmo para os jogadores mais veteranos em Final Fantasy, como é o caso do GF Bahamut, que precisa ser derrotado para que possa ser utilizado pelo jogador, e que é bem complicado de ser vencido, devido a seu alto poder. Para aqueles que acham que Bahamut não passa de um “dragãozinho bobo”, há também o retorno dos temidos “Weapons”, que são bem complicados de serem derrotados, onde se destaca em nível de dificuldade o poderoso “Omega Weapon”, que com seu ataque “Terra Break” pode causar até mesmo 12.000 de dano em todos os personagens que estejam no campo de batalha, ou seja, caso os personagens não estejam protegidos por GFs ou por outro meio qualquer, são mortos com apenas este ataque!



 
 
 
 
Por iorioga (Usuário FB) em 03/10/2009 às 01:46

Valeu cara, esse com certeza, é o melhor FF da geração dele, muitos falam q o FF7 é o melhor, mas por causa d uma propaganda enorme. Se nao existesse Diege of Cerberus, Crissis core, entre outros, nao haveria tanta babação para o Cloud e sua turma.
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por iorioga (Usuário FB) em 03/10/2009 às 02:19

o FF8 teve q provar por si so, q poderia inovar. E conseguiu, até hoje ele é o FF q mais influenciou os futuros FF´s, por ex: A gunblade nasceu la, depois dela apareceu no film do FF7 advent children, no Crissis core, até no FFXIII (Lighting); as naves tem o mesmo designer da Ragnarok, pois as naves do FFX, X-2 e XII; caçar monstros lendarios, apareceu aq no 8, tinha o Tomberry King e o Jumbo Cactuar, em especia o Tomberry King q vc tinha q matar 15 Tomberry para ele aparecer, no FFX apareceu aqle negocio d arena, ond vc matava uma quantidade d um certo monstro, para aparecer um novo monstro e no FFXII com aqle negocio la d MARK HUNT, eu nao vou m supreender se tiver um desses na FFXIII; ressucitou lendas antigas como o Omega Weapon e o Gilgamesh, q viriam a aparecer no FFX e FFXII, e por ai vai...
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por iorioga (Usuário FB) em 03/10/2009 às 02:38

Vi em sum site americano q FFVIII vendeu até agora quase 8 milhoes d unidades, e o FF7 vendeu até agora 9,6 milhoes d unidades, porem nesse site ele explica q o FF7 aumentou o seu numero d unidades por causa do film FF7 advent children, por causas dos vairos spinoff, para o PS e para o PSP, para alem d um rumor na época q poderia sair um remake d FF7 para p PS3, isso influenciou nas vendas d FF7 na épca, ou seja, FF8 vendeu quase 8 milhoes até agora, sem nenhum marketing dou spinoff, foi na raça, foi por ele mesmo. Em quanto o FFXII vendeu até agora 6 mihoes d unidades somada com o spinoff d FF12 revenat wings, q fez aumentar as vendas d FF12 do ps2.
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por iorioga (Usuário FB) em 03/10/2009 às 02:56

E para finalizar, ia m esqcendo, gostei da materia, vc falou d coração cara, nao apenas por falar.esse jogo pra mim, é muito especial, e eu gosto pra pa caramba quando alguem fala bem dele, pois so escultos coisas do tipo"esse ai é so uma copia d FF7" ou " FF8 nao chega nem aos pes d FF7", ou seja, pura hipocrisia falar uma coisa d FF8 sem realmente o conhecer e joga-lo e fazer 100% desse jogo, pq fazer 100% d ff7, até a minha mae com Dor e cólica menstrual faz, alem d matar o rubyWeapon so com um personagem, coisa q é muito dificil no FF8 (matar o OmegaWeapon so com um personagem) Em fim, valeu pela materia, disulpe se eu m empolguei, pois se tem um jogo q eu tenho PHD é FF8 e God of War. Até mas...
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por iorioga (Usuário FB) em 03/10/2009 às 03:43

sAcabei d vdr aq , q o FFVIII acaba d chegar a PSN Europeia. BLZ...
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por Karasu (irmao do karavermeia) em 03/10/2009 às 15:42

Concordo com todas as(muitas)palavras do iorioga , FFVIII foi o melhor e mais envolvente FF já lançado , sem mais. Acabar com os mais de 1.000.000 de HP do Ômega Weapon não tem preço , o ruim é que não c ganha nada de relevante por isso , mais só o gostinho já vale apena. Vlw aew andrei , belo review . E com certeza baixarei na PSN , joguei a última vez a versão PC , mais sabe como é né , os cenários por serem pré-renderizados não lidam muito bem com resoluções mais altas , então fico meio feio , mais joguei assim msm :) ....e o que dizer do final do jogo , meu Deus-do Céu , q final era aquele , simplesmente o melhor que já vi , e com certeza muita gente acha o mesmo , chorei ali.
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por Wylht (Ganhei uma Tag. Espero que mudem...) em 03/10/2009 às 20:46

iorioga floodando no próprio review, mas q coisa. =p Belo review, apesar q prefiro FFVII e VI. =p
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por kraven (Eu sou uma jabuticaba...) em 07/10/2009 às 00:00

Para mim esse foi o melhor final fantasy. Parabéns pelo review.
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por andreimortal (Usuário FB) em 08/10/2009 às 19:06

Valeu iorioga, Karasu, Wylht e kraven pelos comentários!
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por setsunapoa (Chiquinho...) em 09/10/2009 às 09:39

DISPONIVEL NA PSN JAPA E EM BREVE NA AMERICANA =)
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por eduardomaffia (Usuário FB) em 13/10/2009 às 22:08

Excelente review, com cara profissional msm. Vc resumiu tudo: "Um sucesso, mesmo dividindo opiniões".
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por Ryunoken (Pinto Gira-Gira) em 14/10/2009 às 19:37

O review foi bewm escrito, mas foi nublado por causa da su preferência por esse capítulo, na minha opinião o mais fraco de toda a franquia, respeitadas as realidades das suas e epocas de lançamento. A maioria das inovações descaracterizaram bastante a franquia, essa é a verdade. Os personagens são rasos e seus "conflitos" bobos e mal resolvidos. O Sniper que não atira é o exemplo clássico, mas temos vários. E, iorioga, dizer que foi o FF que mais influenciou os outros até hoje é, no mínimo, uma leviandade.
Você está ignorando este verme.


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