Categoria: Ação
Lançamento: 15/9/2009

Produtora: Raven
Distribuidora: Activision
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REVIEW
A favor:
- A adição da possibilidade de fusão de poderes foi uma ótima sacada para variar as batalhas;
- Jogabilidade e ''hud'' bem adaptada aos controles do portátil;
- O enredo inspira-se em uma das melhores sagas recentes dos quadrinhos Marvel, com um enorme número de personagens participantes;
- Personagens exclusivos, mas será que compensa?

Contra:
- O sistema de fusão tem muitas repetições da mesma combinação, poderia ser mais variado neste sentido;
- Framerate extremamente baixo, uma grande decepção para quem procura ação constante;
- Jogabilidade ''lagada'', ou seja, com várias pequenas travadinhas ao longo das fases;
- Personagens muito pequenos, mesmo para a telinha do PSP, podem causar confusão;
- Trata-se da versão ''capada'' do jogo nos consoles, sem qualquer tipo de conteúdo extra encontrado nos videogames de mesa;
-Ao contrário da versão de consoles, não é possível trocar de personagens a qualquer momento.


Veredito:
A versão para PSP de ''Marvel: Ultimate Alliance 2'' tenta seguir os passos das edições ara os consoles de mesa, mas falha em diversos pontos. Todo o trabalho de programação feito no jogo é precário, desde a inteligência artificial dos seus aliados ao framerate muitíssimo baixo. Some isso à falta de conteúdo e você tem o jogo com cara de inacabado, ou melhor, mal-acabado. Se você optar por jogar, serão horas e mais horas de paciência a serem exercitadas com os problemas do jogo, e que, de certa forma, nem valem muito a pena serem gastas, já que você vai encarar essa ''aventura'' sozinho, dada a ausência de um modo multiplayer. Talvez valha a pena para os fãs mais hardcore da Marvel Comics, ou talvez nem para eles...



O pequeno lado da guerra
Por Redação em 9/10/2009 14:10
Tudo começou com X-Men Legends, em 2004, lançado para as principais plataformas da época, o GameCube, PlayStation 2 e Xbox. Novidade na ocasião, o jogo colocava os principais personagens do eixo mutante da Marvel Comics em uma aventura com elementos de RPG, como atributos, nível de experiência, habilidades configuráveis, entre outros pontos. Com isso, a Activision estabeleceu um novo gênero com a série de jogos, que seguiu com X-Men Legends II: Rise of Apocalypse, aumentando o número de personagens jogáveis e inserindo novos elementos para os já existentes. A fórmula agradou, já que os fãs dos mutantes – até então – não tinham muitas opções de jogos que não fossem os títulos de luta da Capcom ou os terríveis games baseados em filmes. Mais tarde, a fórmula do sucesso acabou por render outro jogo, desta vez ''abusando'' um pouco mais da licença Marvel Comics, e pegando emprestado todos – por que não? - os personagens da editora de quadrinhos apelidade de Casa das Ideias.

Produzido pela Vicarious Visions, Marvel: Ultimate Alliance foi lançado em 2006 e trouxe em seu catálogo mais de 140 personagens, entre heróis e vilões da editora. A jogabilidade principal se manteve de X-Men Legends, mas com algumas adições, ainda que mínimas. Mas, o principal charme era reunir tantos personagens queridos de uma só vez, em uma saga que colocava uma aliança de heróis contra a aliança de vilões (daí, Ultimate Alliance, sacou?). O jogo foi relativamente bem recebido por crítica e público, lançado diversos consoles e portáteis, incluído Game Boy Advanced e PSP, com direito a personagens exclusivos. Infelizmente, como nem tudo é perfeito, alguns fãs reclamaram e inconsistências do jogo, como personagens mortos nos quadrinhos e inexplicavelmente vivos durante o jogo, a mistura das linhas ''Ultimate'' e original de heróis (não tente entender este angú), e a questão de relação de poderes entre, por exemplo, uma barra de ferro e o martelo do Thor. Apenas questões básicas e licenças poéticas para se fazer um verdadeiro produto de entretenimento, sem se preocupar com pontos muito técnicos e não se prender a fanatismos.

A continuação natural, Marvel: Ultimate Alliance 2 chegou para ser uma sequência ainda mais completa, com tudo o que tinha no primeiro, mantendo os principais elementos da jogabilidade, mas com boas adições e melhorias. O número de personagens aumentou, indo dos medalhões de sempre, como Homem-Aranha, Wolverine, Homem de Ferro, outros personagens que ganharam destaque recente graças ao cinema, como Deadpool e Gambit, incluindo até mesmo a participação de algumas das figuras mais obscuras do Universo Marvel, como Namorita, Speedball, Prodígio e Flama. Com isso, podemos afirmar que este já é um grande avanço em relação ao primeiro jogo, que prezava pela fama dos personagens participantes, com algumas pequenas pontas de coadjuvantes obscuros. Mas, a vasta gama de heróis (e vilões!) não é gratuita, já que ''Ultimate Alliance 2'' utiliza como base uma recente saga da Marvel Comics, que teve reflexos em todo o universo da editora, influenciando a vida do menor ao maior personagem, a ''Guerra Civil'' (''Civil War'', no original).

Apesar de se basear na Guerra Civil, o jogo começa um pouco antes, relatando fatos também tirados do gibi, desta vez da saga ''Guerra Secreta'' (''Secret War''). Favor não confundir com as Guerras Secretas, da década de 80. A atual Guerra Secreta colocava um grupo de heróis selecionados por Nick Fury para invadir a Latvéria, país fictício dominado pelo Dr. Destino. Entretanto, Destino está morto (tanto nos quadrinhos, quanto no game, já que o jogo anterior culminou com a derrota do vilão). Lucia von Bardas é a atual governante do local, eleita com a ajuda do governo americano, após a queda de Destino do poder (isso te lembra alguma coisa na área do Iraque?). Tudo estaria bem, se não fosse por conta de algumas estripulias cometidas por von Bardas no governo da Latvéria. Secretamente, ela financiava tecnologia para supercriminosos através do Consertador, clássico vilão do Homem-Aranha, gênio da tecnologia. Por conta deste problema, descoberto pela inteligência da S.H.I.E.L.D., Nick Fury enviou o grupo de super-heróis secretamente ao local, sem a autorização do governo dos EUA, para depor von Bardas e assumir o controle da tecnologia utilizada para benefício dos super-vilões. A história narrada no game é fiel à original, com exceção da ausência de Daisy Johnson, uma personagem novata que aparece nos gibis, com poder de criar tremores de terra. É óbvio que isso não iria ficar barato, e von Bardas tem sua chance de retaliação, retornando com um ataque à Nova York.

Com toda a confusão, Nick Fury desaparecido, a S.H.I.E.L.D. possui uma nova líder, Maria Hill, enquanto o governo dos EUA prepara uma nova lei para conter o enorme avanço das super-ameaças, sejam heróis ou vilões. A Lei de Registro de Super-Humanos prevê que todos os seres super-poderosos se registrem legalmente, revelando inclusive sua identidade secreta durante o cadastro, e passem a agir com o aval do governo americano, respondendo diretamente às autoridades em caso de algum problema sério, como consequências do combate ao crime (eventuais destruições ou mortes, por exemplo). A lei, entretanto, não possuia força para seguir por si só, mas logo isso é remediado. Os Novos Guerreiros, grupo de heróis liderados por Speedball, grava mais um de seus programas de reality show perseguindo vilões, Impiedosa, Homem de Cobalto, Speedfreek e Nitro. O que não esperavam era a enorme explosão causada por Nitro ao ser atacado pelo grupo. Com isso, cerca de 600 de pessoas morrem, incluindo os Novos Guerreiros (com exceção de Speedball), o produtor, o câmera do programa e dezenas de crianças que estavam na escola ao lado.

Após esse desastre, onde Vingadores, X-Men e outros personagens Marvel se juntaram para ajudar, a lei de registro foi novamente levada ao Congresso Norte-Americano, onde foi apoiada por Tony Stark (o Homem de Ferro) e outros super-heróis, incluindo Reed Richards (do Quarteto Fantástico) e Bishop (dos X-Men). Obviamente, muitos personagens se opõem ao registro, como Luke Cage, Cable, Falcão e Demolidor. O grupo anti-registro e contra o governo, agora considerados criminosos, é liderador pelo Capitão América, que luta pela liberdade acima de tudo (e não somente pelos Estados Unidos, como muitos pensam). Assim, o mote da saga é a clássica chamada ''De que lado você está?'', com cada facção tendo seu líder (Homem de Ferro/pró-registro x Capitão América/anti-registro) batalhando entre si juntamente com os heróis aliados e inimigos. Nos quadrinhos, a saga ficou famosa em todo o mundo por conta do Homem-Aranha que, inicialmente, foi pró-registro e revelou sua identidade secreta em rede nacional, para comprovar seu comprometimento com a causa.

A partir daí, o jogo segue de perto alguns elementos da saga, como a adição de personagens aos dois lados do conflito. Com isso, após algumas horas de jogatina, o jogador é forçado a escolher um lado da Guerra Civil e assim prosseguir a história. Se registrar ou não? Caso opte pelo ''sim'', o jogador irá combater o grupo do Capitão América e prender super-heróis rebeldes. Caso escolha o ''não'', será necessário resistir bravamente em seu esconderijo secreto e lutar contra as ofensivas do grupo liderado pelo Homem de Ferro, incluindo heróis e até vilões reformados. Se contarmos mais do que isso, podemos estragar a surpresa tanto para quem quer ler a saga nos quadrinhos, quanto para quem quer aproveitar o jogo para conhecer todos os fatos.

Apesar de tentar se esforçar para ser uma aventura digna do nome dos personagens da Marvel Comics, ''Ultimate Alliance 2'' no PSP pode ser considerado uma grande decepção para aqueles que esperavam poder levar a Guerra Civil no bolso. Bem, não quer dizer que não aconselhamos ninguém a comprar o título, principalmente com as maravilhas da distribuição digital da PlayStation Store (onde, em breve, este jogo deve aparecer, graças ao PSPgo), afinal, o dinheiro é da pessoa e ela faz o que bem entender, certo? Mesmo assim, pense duas vezes antes de investir aquela graninha guardada para um título melhor. A versão portátil de ''Ultimate Alliance 2'' não chega nem perto da edição para consoles, que pode não ser uma obra-prima, mas que diverte.

A história segue a mesma linha das versões para console, com os mesmos diálogos, cut-scenes e plots, o problema mesmo está na jogabilidade, que é o coração de um game. Podemos dizer que o esquema de controles foi bem adaptado para o PSP, bem como a ''hud'', ou seja, a interface do título. Cada personagem tem seu ícone mostrado em um canto da tela, enquanto dados como energia e poder especial ficam junto de seus respectivos retratos. Os comandos ficam espalhados em todos os botões do portátil, com direito a combinações para realização da fusão, o novo elemento de destaque na série, e os poderes especiais. O botão ''R'' ativa o atalho para os especiais, enquanto o ''L'' fica a cargo das fusões de personagem.

Os combates permanecem quase intactos, também com mudanças aqui ou ali. Você controla apenas um personagem, enquanto cada um possui uma barra vermelha (energia) e azul (super-poder), cada uma reduzindo de acordo com sua progressão, apanhando ou utilizando suas habilidades. O sistema de upgrades continua o mesmo, com possibilidades de distribuir novos pontos manualmente ou automaticamente em cada personagem. A grande inovação do combate, porém, reside na fusão de poderes.

Aqui elas funcionam de forma ligeiramente diferente. Enquanto nos consoles ela é apenas um golpe especial em conjunto de dois personagens, no PSP a fusão é um estilo de mini cut-scene durante as lutas. O efeito é legal e a contagem de pontos é diferente, concedendo até uma insígnia de acordo com o tipo de ataque utilizado. É um dos poucos pontos altos do título, que daqui para frente só tende a cair.

O principal problema está no framerate, muito baixo, até mesmo para os padrões dos jogos mais pesados rodando em um PC barato. Chega a irritar quando uma quantidade grande de inimigos aparece na tela e seu personagem fica em câmera lenta para andar e atingir os alvos. É frustrante tentar encaixar um combo na hora e local corretos e acabar não saindo simplesmente, porque o jogo é mal-programado. Isso sem falar no lag que você vai encontrar ao espancar seus adversários. Isso mesmo, lag, como se você estivesse jogando online. Antes fosse, já que o game, para completar suas imperfeições, não apresenta nenhum modo multiplayer.

Os gráficos não chegam a ser hediondos ou de mal gosto, mas poderiam ser bem melhor trabalhados. Entretanto, esse não é, nem de perto, o principal problema apresentado. Além de tudo já citado, o jogo passa a impressão de falta de conteúdo, sem boa parte de tudo o que vimos nas versões para consoles. Faltam as opções de trivias e extras destrancáveis, além da impossibilidade de trocar de personagens a qualquer momento das fases, sendo possível apenas nos símbolos da S.H.I.E.L.D encontrados pelo chão. O som continua no mesmo nível, com uma certa piorada graças ao áudio extremamente comprimido. Entre os poucos pontos positivos aqui podemos citar um sistema interno de conquistas e mini-missões para personagens durante as fases. Além disso, três personagens são exclusivos desta versão: Psylocke, Ciclope e Blade.

A versão para PSP de ''Marvel: Ultimate Alliance 2'' tenta seguir os passos das edições ara os consoles de mesa, mas falha em diversos pontos. Todo o trabalho de programação feito no jogo é precário, desde a inteligência artificial dos seus aliados ao framerate muitíssimo baixo. Some isso à falta de conteúdo e você tem o jogo com cara de inacabado, ou melhor, mal-acabado. Se você optar por jogar, serão horas e mais horas de paciência a serem exercitadas com os problemas do jogo, e que, de certa forma, nem valem muito a pena serem gastas, já que você vai encarar essa ''aventura'' sozinho, dada a ausência de um modo multiplayer. Talvez valha a pena para os fãs mais hardcore da Marvel Comics, ou talvez nem para eles...



24 Comentários!
 
 
 
Por mudows (Pata Pata Pata Pom... Pata Pata Pata Pom) em 09/10/2009 às 14:15

Bomba!!!! Esse eu passo longe!
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por mayconjoya (O essencial é invisível para os olhos) em 09/10/2009 às 14:16

Fail.
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por Jars (Par De) em 09/10/2009 às 14:19

=/
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por joanintendo (Usuário FB) em 09/10/2009 às 14:33

Jogo lixo em qualquer plataforma.
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por valken (A.K.A. Cybernator) em 09/10/2009 às 15:29

Não tem plataforma que suporte um jogo mal programado. FB, faz o Review do Motorstorm, esse sim mostra o que o psp pode fazer!
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por mudows (Pata Pata Pata Pom... Pata Pata Pata Pom) em 09/10/2009 às 15:49

Ah! Falando em bombas e psp será que sai um review de Undead Knights?
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por Midgot (Usuário FB) em 09/10/2009 às 16:24

imaginei que ia ser ruim bagarai, nem fui atrás...
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por gfv2 (Sou de Édson) em 09/10/2009 às 20:03

Já achei ruim o primeiro Ultimate Alliance no PSP, esse então nem fui atrás.
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por Bruno_Trovão (Borat foi tão 2006...) em 10/10/2009 às 01:04

Portátil = DS, PSP = console de mesa capado e portatil, portatil = originalidade, diversao, graficos bons = PC
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por eduardomaffia (Usuário FB) em 10/10/2009 às 04:13

Bruno_TrovãoPortátil = DS, PSP = console de mesa capado e portatil, portatil = originalidade, diversao, graficos bons = PC
rsrsrsrs, disse tudo! Se bem q qq jogo para mim oq mais conta é originalidade e diversão.
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por Master Kim (Dando aula de taekwondo na TV Manchete) em 10/10/2009 às 07:56

Bruno_TrovãoPortátil = DS, PSP = console de mesa capado e portatil, portatil = originalidade, diversao, graficos bons = PC
Fechou o post.
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por valken (A.K.A. Cybernator) em 10/10/2009 às 11:48

Bruno_TrovãoPortátil = DS, PSP = console de mesa capado e portatil, portatil = originalidade, diversao, graficos bons = PC
Discordo. Usando esse argumento, GBA e o velho Gameboy seriam consoles de mesa muito capados e portáteis. A menos que um critério obrigatório para ser "portátil" seja "ser da Nintendo", aí....
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por valken (A.K.A. Cybernator) em 10/10/2009 às 11:51

O TurboExpress (TurboGrafx-16/PC Engine portátil) e o Nomad (mega drive portátil) seriam consoles de mesa não capados e portáteis...ou não...vai saber...
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por Colorado (Com o Grêmio onde o Grêmio estiver) em 10/10/2009 às 12:45

Bem colocado, Valken. Quero ver o que vão responder.
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por Snake FoxDie (Pupilinho do Kojima) em 10/10/2009 às 21:24

agora sim fechou o post. xD
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por Wylht (Ganhei uma Tag. Espero que mudem...) em 11/10/2009 às 01:46

o 1 até q eu achava legal no psp.
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por Bruno_Trovão (Borat foi tão 2006...) em 11/10/2009 às 12:51

Valken uq eu quis dizer é que no PSP os jogos que eu jogo na grande maioria sao jogos que existem pra consoles de mesa bem melhores, ja no DS nao, onde eu vou jogar Elite Beat Agents, FFCC, FF Tatics 2, Castlevania series, New Super Mario Bross (agora no Wii o segundo), Jump Ultimate Stars, Thw world ends with you, Sonic Rush, o maravilhoso Nintendogs etc etc etc etc etc..... ou seja, jogos EXCLUSIVOS, PSP tem graficos melhores ? tem, tem a tela maior, tem mais opções multimidia.... ok, mas portátil PRA MIM tem q ter os exclusivos que façam valer a pena, isso sem falar da ULTRA MEGA HYPER jogabilidade do DS com a Touch Screen 2 telas e microfone, tem noção do que é chamar seu cachorro pelo nome no nintendogs, mandar ele deitar falando "deita !" e ainda assoprar a tela pra fazer bolinhas de sabão ? Jogue Elite Beat Agents, Jump Ultimate Stars, nintendogs, Mario Party e depois veja o quão sem graça é o PSP (eu tenho ambos)
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por Bruno_Trovão (Borat foi tão 2006...) em 11/10/2009 às 13:08

Só complementando, GB GBC GBA de forma alguma eram consoles de mesa capados, neles os jogos multi quase semepre saiam (assim como no DS) como versões diferentes das comuns não as mesmas ou tentando ser o máximo de parecidas só que pioradas. Jogos exclusivos e diversão é a receita d eum bom portátil pra mim, como eu disse, quando eu quero jogar jogos assustadoramente lindos graficamente jogo no PC. Se quiser jogar Gran Turismo ou God of War PS3 e HALO X360. No PSP o máximo que eu consigo é jogar um jogo legal uma vez ou outra como God of War que no PS2 da um banho em tudo, não tirando o mérito da versão portátil mas que é basicamente o mesmo jogo é !
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por valken (A.K.A. Cybernator) em 11/10/2009 às 14:19

Bruno_TrovãoValken uq eu quis dizer é que no PSP os jogos que eu jogo na grande maioria sao jogos que existem pra consoles de mesa bem melhores, ja no DS nao, onde eu vou jogar Elite Beat Agents, FFCC, FF Tatics 2, Castlevania series, New Super Mario Bross (agora no Wii o segundo), Jump Ultimate Stars, Thw world ends with you, Sonic Rush, o maravilhoso Nintendogs etc etc etc etc etc..... ou seja, jogos EXCLUSIVOS, PSP tem graficos melhores ? tem, tem a tela maior, tem mais opções multimidia.... ok, mas portátil PRA MIM tem q ter os exclusivos que façam valer a pena, isso sem falar da ULTRA MEGA HYPER jogabilidade do DS com a Touch Screen 2 telas e microfone, tem noção do que é chamar seu cachorro pelo nome no nintendogs, mandar ele deitar falando "deita !" e ainda assoprar a tela pra fazer bolinhas de sabão ? Jogue Elite Beat Agents, Jump Ultimate Stars, nintendogs, Mario Party e depois veja o quão sem graça é o PSP (eu tenho ambos)
Essa é a SUA opinião. Eu penso de forma totalmente diferente. Vc fala que o psp só tem jogo repetido dos consoles de mesa (o que está errado, só pra lembrar um exemplo recente, como o Dissidia FF). Mas mesmo que fosse esse o caso, eu pergunto, qual o problema? Sim, pq o X360/PC/PS3 com gráficos fodões sem dúvida são a melhor escolha se vc quer gráficos...e está em casa. Tenta jogar um x360 num ônibus. Numa viagem pra SP. Num avião. Vc não consegue. Pra isso é que um portátil serve, por isso essa comparação não tem sentido, todo console VAI ganhar de um portátil, mas tem horas que vc não pode jogar o console, e o portátil sim, e ai ele ganha, e muito. Quando um dono de console HD está sonhando entediado em chegar logo em casa e jogar seus jogos, eu estou jogando. Meus engarrafamentos diários voltando do trabalho ficaram bem mais divertidos. E aí entramos na segunda parte desta discussão: diversão. Do jeito que vc fala, só tem jogo divertido no DS, o PSP é uma porcaria sem graça...lamento lhe informar, mas após testar várias vezes o DS, ele não me agradou, simplesmente eu não me diverti. Isso com todos esses jogos que vc citou, e eu podia ficar citando aqui trocentos de PSP que eu adorei, me divertiram bastante. Mas vc vai argumentar "ah, mas é seu gosto!", o que de fato, é a pura verdade. Mas eu não preciso desprezar o gosto dos outros pra mostrar o meu aqui. Não preciso ficar classificando a escolha de ninguém como "sem graça" ou "capado" pra exacerbar a minha escolha como "correta". Vc NUNCA me viu (nem vai ver) postando aqui coisas negativas sobre o DS, nem classificações baseadas no gosto pessoal, se eu não gosto, tem quem goste, cabe a mim respeitar a decisão dos outros. Ou não vou ter direito de exigir que respeitem a minha. Seu primeiro post foi preconceituoso por passar gosto pessoal como AFIRMAÇÃO, no que diz respeito aos portáteis, e a QUALQUER portátil. Pra que exista um DS com "ULTRA MEGA HYPER jogabilidade " teve um tijolhinho feioso com jogabilidade "monótona" e gráficos "capados" que chegou antes. E que vc deveria odiar, já que não passava de uma tentativa "ridícula" e em p/b de permitir que se jogasse em qualquer lugar. Nome do Tijolinho? GameBoy. E sem ele, não teria GBA, e nem DS. Vc se diverte chamando seu cachorro pelo nome no nintendogs, mandando ele deitar falando "deita !" e ainda assoprar a tela pra fazer bolinhas de sabão. Eu me divirto pilotando caças da segunda guerra (IL2 Sturmovik), lutando no universo de Final Fantasy (Dissidia FF), pilotando no meio da neve e dos canyons (Motorstorm), sobrevivendo em SH(Silent Hill Origins), entre outras tantas e tantas (nem citei os RPGs, que não são minha praia). Eu respeito a sua diversão. Você respeita a minha?
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por Colorado (Com o Grêmio onde o Grêmio estiver) em 11/10/2009 às 16:11

Bruno_Trovão, sou um grande fã da linha Game Boy, para ter idéia ainda tenho 2 do modelo clássico funcionando. Posso dizer com tranqüilidade que muitos dos seus jogos eram "versões capadas" das versões de console e, mesmo assim, alguns desses jogos eram considerados dos melhores títulos desses portáteis. Lembro que fiquei impressionado com o lançamento do Donkey Kong Land para o Game Boy. Era inferior à versão de SNES? Lógico que era, mas nem por isso deixei de me divertir com ambas e de ficar surpreso com a qualideda mostrada pela versão de GB. Vejo essa possibilidade de port dos consoles de mesa e mesmo de PC para PSP como mérito da Sony, e uma possibilidade que o ótimo DS quase nunca oferece. Alguns deses ports ficam bons, outros não, outras vezes lançam versões totalmente novas de títulos para os consoles, como fazem no DS, mas nem por isso deixam de lançar jogos exclusivos e bons para portáteis como LocoRoco 1 e 2 ou Patapon 1 e 2. Quem aqui não gostaria de ter um X360, um PS3 ou mesmo um velho PS2 portátil? Pois bem, o PSP é o que de mais próximo existe disso.
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por Bruno_Trovão (Borat foi tão 2006...) em 12/10/2009 às 13:11

Valken, desculpa se fui "autoritário" em meu comentário, sim, respeito sua opinião, e sim o PSP é um ótimo portátil sim, só que eu prefiro o DS, é gosto mesmo, os jogos me atraem mais, bom, queria deixar claro que me excedi mesmo mas gostaria que vc me desculpasse pois sempre gostei muito dos seus posts (válido pro colorado tb)
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por valken (A.K.A. Cybernator) em 12/10/2009 às 13:50

Falou Bruno, deixa pra lá, vamos tocar o barco. Não vale mesmo a pena a gente brigar por isso. É que eu já vi muita gente aqui que nem tem portátil falando besteira a respeito deles, sem saber do potencial que tem, e comparando diretamente com os consoles de mesa (erro clássico). Não é por acaso que em vendas em geral eles estupram os consoles de mesa, no Japão por exemplo é uma covardia. aliás em matéria de portáteis essa geração tá mais que bem servida, tem espaço pra tudo e todos.
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por Bruno_Trovão (Borat foi tão 2006...) em 12/10/2009 às 14:51

Valken, tu acha q sai novo portátil da nintendo quando ? Pois eu não queria que o DS fosse susbstituido tão cedo, o PSP tá tomando forma agora (nao gostei do GO), por mim PSP e DS poderiam ficar por ai mais uns 3 a 4 anos de boa, eu ficaria feliz, poi, o que menos me cham aatenção no portátil são os gráficos, não vejo necessidade de upgrade gráfico, ambos servem muito bem nesse quesito (PSP dispara sem dúvidas).... Se viessem com novos portáteis que sejam: toutch screen e dual screen no minimo (como o DS) e multimidia nativo como o PSP (DS tb pode ser multimidia mas depende dos homebrews)
Você está ignorando este verme.


 
 
 
Por valken (A.K.A. Cybernator) em 12/10/2009 às 19:03

Concordo com vc, do jeito que está tá ótimo. Não falam tanto que a geração atual vai durar "10 anos", que os consoles aguentam mais, etc? Por mim basta encher os portáteis de jogos que eu sigo feliz da vida. Olha só o que fizeram no MotorStorm, que ficou um absurdo! Já tá de bom tamanho. Quem reclama dos gráficos do DS e do PSP, quando esta na fila de banco, joga aqueles joguinhos de celular, feliz da vida, e nem lembra de gráfico. Eu me sinto um privilegiado de, no meio de um engarrafamento entediante de três horas, estar no GranTurismo disputando em Nurburgring com um Plymouth Barracuda 68, disputando com Skyline e Viper, lutando pra manter o carro na trajetória, sendo que cada volta tem 8 MINUTOS! E isso enfrentando rolamento da carroceria, pneus mal adaptados, eixo traseiro rígido (como todo bom muscle car, o 'Cuda era uma merda de carro com um motor enorme, pra arrancada), e o jogo simulando TUDO ISSO! Pra quem já jogou Snake e Tetris em p/b, é um belo dum avanço!
Você está ignorando este verme.


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