Em uma declaração feita ao site "Computer & Video Games", Chet Faliszek – líder de projeto da Valve – afirmou que as pré-vendas de Left 4 Dead 2 atingiram uma marca notável: o quádruplo das reservas de seu antecessor. O executivo acha que o público gamer está animado com a sequência depois da confusão acontecida durante a E3, pois uma parcela destes achava que tal lançamento não se justificava, e que isto poderia significar o abandono do conteúdo extra ao primeiro título da série.
Segundo Faliszsek, "À medida que nos aproximamos do lançamento vemos a reação das pessoas à demo, as pré-vendas são quatro vezes maiores do que as de Left 4 Dead, a animação do pessoal, o boicote em si e como isto mudou... acho que as pessoas estão empolgadas agora".
Sobre o boicote, ele reafirma que a empresa sempre planejou manter o suporte ao primeiro jogo: "uma das coisas estranhas da E3 é que sabíamos que não estávamos mostrando o pacote completo, que havia muita coisa que estávamos segurando, mas queríamos mostrar algo". Se tanto, o boicote ajudou a empresa a estreitar a comunicação com os jogadores.
"Honestamente, eu fiz a piada e é verdade: se você coloca 20 pratas em uma caixa e cobra 10 por ela, alguém reclamaria porque você não botou uma de 50. Não quer dizer que algumas das preocupações não sejam válidas, mas você sempre terá algum tipo de irritação e não é assim que trabalhamos. Trabalhamos olhando o projeto e tentando lançá-lo", concluiu Faliszek.
Left 4 Dead 2 sairá em 17 de novembro e trará cinco novas campanhas - como "Swamp Fever", ambientada em um típico pântano do sudeste americano - oferecendo novas formas de combater os zumbis, como embates corpo a corpo. Além das tradicionais armas de fogo, os jogadores poderão utilizar também armas brancas de médio a grande porte como tacos de beisebol, pedaços grandes de madeira e até mesmo serras-elétricas, o que acabou dando ao jogo uma cara ainda maior de "filme de zumbi".









