Mike Griffith, presidente da Activision, defendeu a controversa decisão de não ter servidores dedicados para a versão PC de Call of Duty: Modern Warfare 2, alegando que isso "melhorará a experiência geral para o consumidor em uma margem significante".
Durante uma recente coletiva com acionistas, o executivo foi perguntado sobre sua opinião a respeito das críticas disparadas após o anúncio confirmando a IWNet como nova responsável pelo suporte online da versão PC. A mudança diminuiu para 18 o número de jogadores simultâneos suportados, a mesma quantidade das edições para consoles. Griffith respondeu que a Activision estava "observando com muito cuidado e prestando bastante atenção a isso".
"Mas não estamos totalmente preocupados", acrescentou. "Um dos problemas com nossas versões para PC no passado é que não eram muito amigáveis com relação a experiência para o consumidor em termos de partidas online, como os consoles são".
Segundo ele, a IWNet vai melhorar as coisas e os benefícios da mudança no lugar de deixar um sistema para o PC e outro para consoles vão "de longe superar qualquer malefício que possa surgir".
O primeiro Modern Warfare tinha servidores dedicados e até 32 jogavam simultaneamente, enquanto a nova versão do game de guerra ficou limitada a 18 usuários, como nos videogames.
Para a produtora Infinity Ward, a razão para a definição do número de jogadores tem relação com o equilíbrio das partidas. "O número máximo de jogadores em todas as plataformas é de 1 contra 1 até 9 contra 9. Esse é o número de jogadores que focamos quando ajustamos o tamanho dos mapas, perks [habilidades que podem ser atribuídas aos personagens], classes, desafios, etc.", disse o desenvolvedor Mackey McCandlish.
Guerra contemporânea
Call of Duty: Modern Warfare 2 se passa alguns anos depois de Call of Duty 4, quando a instabilidade política dentro da Rússia num futuro próximo novamente ameaça o mundo, na forma de organizações terroristas. O líder do grupo é Makarov, que vem a ser aliado de Zakhaev, aquele que planejou os ataques nucleares no primeiro "Modern Warfare".
Um dos dois protagonistas do título anterior, John "Soap" MacTravish, foi promovido a capitão da SAS, o grupo militar de elite do Reino Unido. É ele, no comando de um grupo chamado Task Force 141, que guia o jogador em uma série de missões, que inclui uma escalada a geleiras para invadir uma base russa.
O título está previsto para sair nas plataformas PC, Xbox 360 e PlayStation 3 em 10 de novembro nos Estados Unidos.








